Como a SAP está modernizando a infraestrutura fiscal da HMRC com IA

A HMRC (Her Majesty's Revenue and Customs), a agência fiscal do Reino Unido, escolheu a SAP para uma reformulação completa de seus sistemas de arrecadação de receita, com foco na integração de inteligência artificial. Este contrato marca uma mudança significativa na abordagem do setor público em relação à automação. Em vez de simplesmente adicionar ferramentas de IA sobre sistemas antigos, a HMRC está substituindo sua arquitetura subjacente para criar uma base sólida que suporte machine learning e processos automatizados desde o início. Esta estratégia visa otimizar a administração fiscal e aumentar a eficiência operacional. A decisão da HMRC reflete uma tendência crescente onde órgãos governamentais buscam modernizar infraestruturas críticas com tecnologias avançadas. A colaboração com a SAP demonstra um compromisso em adotar uma abordagem mais holística para a transformação digital, garantindo que a IA seja um componente central, e não apenas um complemento. A expectativa é que essa modernização traga maior precisão, agilidade e capacidade de análise de dados para os sistemas fiscais do Reino Unido, preparando-os para os desafios futuros da economia digital e da administração pública.
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Agentes de IA da Basware: Da faturação à automação '100% automatizada'
A Basware, líder em soluções de automação financeira, anunciou a introdução de agentes de IA em sua plataforma de gestão do ciclo de vida de faturas. Esta inovação visa aprimorar as capacidades existentes do InvoiceAI da plataforma, impulsionando a empresa em direção ao que ela denomina "Finanças Agênticas" (Agentic Finance). Este novo modelo prevê que sistemas de inteligência artificial assumam tarefas financeiras complexas, operando sob controles e diretrizes predefinidos, prometendo uma transformação significativa na forma como as operações financeiras são executadas. Jason Kurtz, CEO da Basware, destacou que a implementação desses agentes representa um passo crucial para alcançar um nível de automação sem precedentes, visando a eliminação de intervenções manuais em processos como a faturação. A iniciativa reforça o compromisso da Basware em utilizar a IA para otimizar a eficiência, reduzir erros e liberar recursos humanos para atividades mais estratégicas. A visão é criar um ecossistema financeiro onde a IA não apenas processa dados, mas também toma decisões e executa ações de forma autônoma, sempre dentro dos parâmetros estabelecidos para garantir conformidade e segurança.

Como a e& está usando RH para integrar IA nas operações empresariais
Para muitas empresas, o verdadeiro desafio inicial da inteligência artificial não reside em produtos voltados para o cliente ou demonstrações de automação chamativas, mas sim na otimização dos processos internos que sustentam a organização. O departamento de Recursos Humanos (RH), caracterizado por fluxos de trabalho rotineiros, requisitos de conformidade rigorosos e um vasto volume de dados estruturados, está se destacando como uma das primeiras áreas onde as companhias estão implementando a IA de forma prática e estratégica. Essa abordagem permite que a IA comece a demonstrar seu valor em ambientes controlados e com impacto direto na eficiência operacional. A e&, uma gigante da tecnologia e telecomunicações, é um exemplo proeminente dessa tendência. A empresa está utilizando o RH como um campo de testes crucial para integrar a IA em suas operações empresariais mais amplas. Ao automatizar tarefas repetitivas, otimizar a gestão de talentos e aprimorar a tomada de decisões baseada em dados no RH, a e& não apenas melhora a eficiência interna, mas também estabelece um modelo para a adoção da IA em outros departamentos. Este movimento estratégico visa aprimorar a experiência do funcionário, liberar tempo para atividades mais estratégicas e garantir a conformidade, ao mesmo tempo em que prepara a organização para uma transformação digital mais abrangente e impulsionada pela IA.
Como nuvens desconectadas aprimoram a governança de dados de IA
À medida que as empresas enfrentam expectativas regulatórias mais rigorosas e a necessidade de garantir a continuidade operacional em ambientes isolados, as nuvens desconectadas emergem como uma solução crucial para aprimorar a governança de dados de Inteligência Artificial. Essas infraestruturas, projetadas para operar sem acesso contínuo à internet, são particularmente relevantes para setores regulados e entidades do setor público que não podem depender de conectividade externa constante. A adoção de nuvens desconectadas permite que as organizações mantenham o controle estrito sobre seus dados de IA, garantindo conformidade e segurança, mesmo em locais com conectividade limitada ou inexistente. Este modelo de infraestrutura aborda desafios únicos enfrentados por instalações onde dependências externas são inaceitáveis, como em operações militares, plataformas de petróleo ou instalações de pesquisa sensíveis. A Microsoft, por exemplo, expandiu suas capacidades para atender a essas necessidades, permitindo que indústrias reguladas e o setor público implementem soluções de IA com governança de dados robusta, sem comprometer a segurança ou a conformidade. Ao isolar os dados e os modelos de IA, as nuvens desconectadas minimizam os riscos de vazamentos e acessos não autorizados, fortalecendo a confiança no uso da IA em cenários críticos. O artigo original, que detalha essas vantagens, foi inicialmente publicado no AI News, destacando a crescente importância dessa abordagem no cenário tecnológico atual.

Alibaba entra na corrida da IA física com modelo de robô open-source RynnBrain
A gigante tecnológica chinesa Alibaba anunciou o lançamento do RynnBrain, um modelo de inteligência artificial de código aberto projetado para capacitar robôs a perceberem seus ambientes e executarem tarefas físicas complexas. Este movimento marca a entrada da Alibaba na crescente competição pela IA física, que visa desenvolver sistemas de IA capazes de interagir e operar no mundo real, além dos chatbots e assistentes virtuais. A iniciativa reflete uma tendência global, especialmente na China, impulsionada por desafios como o envelhecimento populacional e a escassez de mão de obra, que aumentam a demanda por automação e robótica. O RynnBrain é uma aposta estratégica da Alibaba para se posicionar na vanguarda da robótica e da IA encarnada. Ao disponibilizar o modelo como open-source, a empresa busca fomentar a inovação e a colaboração dentro da comunidade de desenvolvedores e pesquisadores, acelerando o progresso na área. A capacidade de um robô de entender seu entorno e realizar ações físicas de forma autônoma é crucial para diversas aplicações, desde a manufatura e logística até o atendimento ao cliente e cuidados de saúde, prometendo transformar indústrias e a vida cotidiana.
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